Olá pessoal, a paz de Jesus e o amor de Maria!
O louvor em comemoração ao 2º aniversário do grupo de oração foi uma benção! A palavra partilhada, inspirada pelo Espírito Santo, foi no livro do Profeta Jeremias, 18, 1-10. Precisamos verdadeiramente deixar o oleiro nos moldar
Assim, a passagem do livro do
Profeta Jeremias demonstra todo o cuidado que o Pai tem com cada um de nós.
Como Ele, da mesma forma que um artista, pode nos transformar em uma obra
prima!
Deus dá uma ordem a Jeremias,
para que vá à oficina e observe o trabalho do oleiro. Naquele tempo, os oleiros
eram reconhecidos como artistas de fato, pois o vaso era uma preciosa obra de
arte.
Deste modo, Jeremias observou
o barro sendo trabalhado. Em certo momento, o vaso não ficou perfeito, mas o oleiro não
desistiu e tornou a trabalhar, para que um vaso novo fosse criado...
Depois o Senhor nos compara a
esse barro. E se compara ao oleiro. O que Deus quer dizer com isso?
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Primeiro,
que somos barro. Simples. Devemos reconhecer o nosso nada. Que somos nada.
Somos um sopro de Deus. Não significa que somos desprezíveis, pois no livro do Profeta Isaías Deus revela que somos preciosos aos Vossos olhos. Mas temos que reconhecer a
grandeza de Deus e a nossa pequenez. Agir com a bem-aventurança da humildade.
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Segundo,
que Deus é o nosso mestre. Ele é o artista. Ele é o tudo. Ele é. O alfa, o
ômega, o autor da fé, o nosso Pai. Por Ele tudo foi criado e pode ser recriado.
Por Ele Jesus veio à terra para que o véu fosse rasgado e o céu aberto para
nós. Reconhecermos o senhorio de Jesus e a grandeza do Pai. Não basta sermos
barro. Temos que deixar que o oleiro faça a obra. E somente quem se abandona
nos braços do Pai, sem se apegar às paixões humanas consegue ser esse barro nas
mãos do artista.
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Terceiro,
que se deixar trabalhar é um processo que por vezes, causa dor. O barro, para
ser trabalhado, precisa de mãos firmes. Quem já mexeu com argila sabe como ela
precisa ser trabalhada com firmeza, pois ao contrário não mudaria sua forma.
Assim é conosco. Precisamos de mãos firmes do Pai para que a vontade Dele
prevaleça. Ele sabe o que é melhor para nós. Vê além. O que nos dói hoje, às
vezes, é necessário para o que está por vir. Nos temos o olhar limitado, mas
Deus vê além.
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Quarto,
precisamos
ser um bom barro para que o oleiro trabalhe. Um barro cheio de impurezas, duro
demais ou mole demais não pode ser trabalhado. As impurezas são o pecado, que
não permite que a “obra” seja realizada. O barro endurecido pode representar a
resistência. A dureza de coração que não permite a ação, o mover de Deus. O
barro mole demais revela a falta de coragem de se deixar modelar. Sejamos um
bom barro para Deus.
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Quinto,
Deus
não desiste de nós. Seja qual for a nossa imperfeição, Deus não desiste de ser
nosso oleiro. Diz a palavra que na primeira tentativa não foi possível modelar
o vaso. Mas o oleiro não desistiu. aSSIM
É NOSSO PAI.
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Sexto,
para o vaso ser bom, precisa passar pelo forno e não rachar. Passamos pelo fogo
na nossa trajetória. Para sermos um bom vaso novo precisamos passar pela prova. A fé
verdadeira é aquela provada, que vence a tribulação, a dor. Como aqueles jovens
da Palavra que foram postos na fornalha pelo Rei e louvaram à Deus, por isso foram
livrados e acarretaram a conversão de muitos.
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Sétimo,
que o oleiro usa a água para amolecer o barro. Também Deus nos encharca de Seu
Santo Espírito, a fim de que lavados por essa água que nos santifica, possamos
reconhecer a necessidade dessa transformação.
Que a graça de Deus nos
alcance sempre, a fim de que sejamos barros nas mãos do oleiro,
verdadeiramente!
Elisabete.